Um belo dedal pintado à mão fazendo lembrar os bordados minhotos.
Amigos que me acompanham
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
domingo, 16 de agosto de 2015
sábado, 15 de agosto de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Vitória Futebol Clube
Dedal em porcelana com o emblema do clube da minha cidade e do meu coração o Vitória de Setúbal.
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VITÓRIA FUTEBOL CLUBE DO NASCIMENTO À GLÓRIA
Foi no início do Séc. XX, mais precisamente a 10 de Novembro de 1910, que por desinteligências entre elementos do Bomfim Foot-ball Club, um dos clubes onde se praticava essa nova modalidade importada das ilhas britânicas chamada Futebol, levaram Joaquim Venâncio, Henrique Santos e Manuel Gregório a abandonar esse clube, lançando a ideia da formação de um pequeno grupo a que dariam o nome de Sport Vitória. «A Vitória será nossa» dizia o entusiasta Joaquim Venâncio, e daí o nome que ficaria para a posteridade de Vitória.
A 20 de Novembro de 1910 estava constituído o clube, com alguns dos nomes que iriam ter um papel preponderante no seu futuro, e que iria passar a chamar-se por sugestão de Joaquim Correia da Costa, a 5 de Maio de 1911, aquando da primeira reunião de Assembleia Geral, de Victória Foot-ball Club.
Foi no início do Séc. XX, mais precisamente a 10 de Novembro de 1910, que por desinteligências entre elementos do Bomfim Foot-ball Club, um dos clubes onde se praticava essa nova modalidade importada das ilhas britânicas chamada Futebol, levaram Joaquim Venâncio, Henrique Santos e Manuel Gregório a abandonar esse clube, lançando a ideia da formação de um pequeno grupo a que dariam o nome de Sport Vitória. «A Vitória será nossa» dizia o entusiasta Joaquim Venâncio, e daí o nome que ficaria para a posteridade de Vitória.
A 20 de Novembro de 1910 estava constituído o clube, com alguns dos nomes que iriam ter um papel preponderante no seu futuro, e que iria passar a chamar-se por sugestão de Joaquim Correia da Costa, a 5 de Maio de 1911, aquando da primeira reunião de Assembleia Geral, de Victória Foot-ball Club.
domingo, 2 de agosto de 2015
sábado, 1 de agosto de 2015
Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Dedal
em porcelana com o grande poeta de Setúbal, Bocage também conhecido como Elmano Sadino.
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Manuel Maria Barbosa du Bocage nasceu no dia 15 de Outubro de 1765, no número 12 da Rua Edmond Bartissol, em Setúbal, Portugal. Filho do advogado José Luís Soares Barbosa e de Maria Joaquina Lestof du Bocage, possuía mais cinco irmãos. Aos oito anos já demonstra talento para a literatura, período em que surgem suas primeiras composições. No ano em que completara dez anos sua mãe morre e ele vai estudar com D. João de Medina, que lhe ensina Latim, o pai ensina-lhe o francês e, segundo alguns biógrafos, aprende por conta própria o italiano. Foge de casa, por volta de 1781, torna-se soldado no regimento de Setúbal, depois de dois anos ingressa no corpo da Marinha Real e parte para Lisboa, onde se envolve com a vida intelectual e boémia do lugar. Aqui, mostra-se um poeta atraído pelos clássicos gregos e de sua terra, um exemplo é Camões, que era para ele um modelo.
O poeta dos diversos temas e formas permaneceu escrevendo até a morte no dia 21 de Dezembro de 1805, na cidade de Lisboa, e, apesar de toda a censura que sofreu e da incompreensão recebida até os dias de hoje, é considerado pela maioria dos críticos como o maior poeta português do século XVIII.
O poeta dos diversos temas e formas permaneceu escrevendo até a morte no dia 21 de Dezembro de 1805, na cidade de Lisboa, e, apesar de toda a censura que sofreu e da incompreensão recebida até os dias de hoje, é considerado pela maioria dos críticos como o maior poeta português do século XVIII.
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Auto-Retrato
Bem servido de pés, meão na altura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno:
Incapaz de assistir num só terreno,
Mais propenso ao furor do que à ternura;
Bebendo em níveas mãos por taça escura
De zelos infernais letal veneno:
Devoto incensador de mil deidades
(Digo, de moças mil) num só momento,
E somente no altar amando os frades:
Eis Bocage, em quem luz algum talento;
Saíram dele mesmo estas verdades
Num dia em que se achou mais pachorrento.
Bocage
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