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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Original Malta Bus 3

Dedal em porcelana com antigos autocarros que circulavam na ilha de Malta.

Autocarro para passeios turísticos na ilha de Malta.

domingo, 19 de novembro de 2017

Azulejos de Lisboa

Dedal em porcelana com painel de azulejos sobre Lisboa os seus monumentos e referências culturais.



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Azulejos de Lisboa
Enquanto no resto da Europa pintava-se em tela, muitos artistas em Portugal pintavam em azulejos. A rica cultura iconográfica da azulejaria portuguesa anda a par da grande pintura em tela, sendo os temas semelhantes (na sua maioria temas sagrados), mas também revelando influências das artes chinesa e indiana e da pintura flamenga. 
Imagem do Palácio da Fronteira
A arte do azulejo teve origem na Pérsia e espalhou-se pelo mundo árabe e Peninsula Ibérica, mas foi em Portugal que realmente evoluiu. A azulejaria é a arte nacional, e em nenhuma outra parte do mundo alcançou uma qualidade tão excecional e uma maior variedade de aplicações. Com padrões geométricos ou imagens históricas, os azulejos decoram a maioria das ruas do país, desde as casas mais humildes aos palacetes. 
Em Lisboa é possível admirar uma grande variedade de painéis nas ruas, sobretudo em Alfama, onde muitos param para observar uma variedade de estilos, desde o barroco à arte nova, em fachadas dos séculos XVIII e XIX. 
Os azulejos também decoram a maioria das estações do Metro de Lisboa, que são verdadeiras galerias de azulejos contemporâneos. Alguns dos melhores exemplos encontram-se na Estação do Oriente, que inclui obras de artistas nacionais e estrangeiros. 
Eis dez lugares onde pode admirar o melhor da azulejaria em Lisboa:

Texto: https://www.lisbonlux.com/culture/azulejos.html

sábado, 18 de novembro de 2017

Azulejos de Portugal (5)

Dedal baseado nos antigos azulejos portugueses com as suas cores característica o azul e amarelo e este com uma variante em vermelho.


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O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente quadrada, em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante. Esta face pode ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo. O azulejo é geralmente usado em grande número como elemento associado à arquitectura em revestimento de superfícies interiores ou exteriores ou como elemento decorativo isolado.

Os temas oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas etc) aplicados a parede, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos (igrejas, conventos), de habitação e públicos.

Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos, onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflecte, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.

Texto: Wikipédia

Azulejos de Portugal (4)

Dedal baseado nos antigos azulejos portugueses com as suas cores característica o azul e amarelo.


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O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente quadrada, em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante. Esta face pode ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo. O azulejo é geralmente usado em grande número como elemento associado à arquitectura em revestimento de superfícies interiores ou exteriores ou como elemento decorativo isolado.

Os temas oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas etc) aplicados a parede, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos (igrejas, conventos), de habitação e públicos.

Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos, onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflecte, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.

Texto: Wikipédia

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Ibiza

Dedal em porcelana de Ibiza. 



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Ibiza é uma ilha do arquipélago e comunidade autónoma das Ilhas Baleares. Fica localizada a leste da Espanha e sua maior cidade tem o mesmo nome da ilha.
A ilha é muito famosa mundialmente por suas festas e boates, que atraem muitos turistas. 
Ibiza possui uma óptima interacção entre seus ambientes marinho e costeiro, possuindo várias espécies endémicas. Também possui muitos sítios arqueológicos preservados desde a época Fenícia-Cartaginesa até exemplos de arquitectura da Renascença. Por estes motivos foi considerada como Património Mundial da UNESCO em 1999.



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Azulejos de Portugal (3)

Dedal baseado nos azulejos portugueses com as suas cores característica o azul e amarelo.


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O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente quadrada, em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante. Esta face pode ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo. O azulejo é geralmente usado em grande número como elemento associado à arquitectura em revestimento de superfícies interiores ou exteriores ou como elemento decorativo isolado.


Os temas oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas etc) aplicados a parede, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos (igrejas, conventos), de habitação e públicos.

Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos, onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflecte, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.

Texto: Wikipédia

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Azulejos de Portugal (2)

Dedal baseado nos azulejos portugueses com as suas cores característica o azul e amarelo. 



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O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente quadrada, em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante. Esta face pode ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo. O azulejo é geralmente usado em grande número como elemento associado à arquitectura em revestimento de superfícies interiores ou exteriores ou como elemento decorativo isolado.

Os temas oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas etc) aplicados a parede, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos (igrejas, conventos), de habitação e públicos.

Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos, onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflecte, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.

Texto: Wikipédia

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Azulejos de Portugal

Dedal baseado nos azulejos portugueses com as suas cores característica o azul e amarelo. 



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O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente quadrada, em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante. Esta face pode ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo. O azulejo é geralmente usado em grande número como elemento associado à arquitectura em revestimento de superfícies interiores ou exteriores ou como elemento decorativo isolado.

Os temas oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas etc) aplicados a parede, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos (igrejas, conventos), de habitação e públicos.

Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos, onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflecte, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.

Texto: Wikipédia

sábado, 11 de novembro de 2017

Coimbra - Torre da Universidade

Dedal em porcelana pintado à mão com a representação da Torre da Universidade de Coimbra 





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A Torre é a imagem de marca da Universidade e da cidade de Coimbra. Da autoria do arquitecto italiano António Canevari, foi edificada entre 1728 e 1733, em substituição da torre que João de Ruão erigira em 1561.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Portugal


Dedal em porcelana com alguns motivos bem característicos de Portugal como são os trabalhos em filigrana muitas vezes em forma de corações o galo de Barcelos e as famosas sardinhas que fazem as delicias pelos santos populares.


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Pierrot apaixonado


Dedal em porcelana representando a famosa personagem do teatro e da comédia dell'Arte Pierrot.

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O Pierrot (ou Pierrô) é uma personagem da Commedia dell'Arte, uma variação francesa do Pedrolino italiano. O seu caráter é aquele de um palhaço triste, apaixonado pela Colombina, que inevitavelmente lhe parte o
coração e o deixa pelo Arlequim, mas depois Colombina descobre o amor de Pierrot por ela, despede-se de Arlequim e reencontra Pierrot com quem passa a viver junto em um relacionamento com muita felicidade. É normalmente representado a usar roupas largas e brancas, por vezes metade pretas, rosto branco e uma lágrima desenhada abaixo dos olhos. A característica principal do seu comportamento é a sua ingenuidade, e é visto como um bobo, sendo sempre o alvo de partidas, mas mesmo assim continua a confiar nas pessoas. Pierrot também é apresentado como sendo lunático, distante e inconsciente da realidade. O feminino é pierrete.

A versão francesa da personagem foi feita por Jean-Gaspard Deburau (1796-1846). Ele é o protagonista da famosa canção folclórica francesa "Au Clair de la Lune".

Texto: Wikipédia

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Pierrot escritor


Dedal em porcelana representando a famosa personagem do teatro e da comédia dell'Arte Pierrot.

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O Pierrot (ou Pierrô) é uma personagem da Commedia dell'Arte, uma variação francesa do Pedrolino italiano. O seu caráter é aquele de umpalhaço triste, apaixonado pela Colombina, que inevitavelmente lhe parte o coração e o deixa pelo Arlequim, mas depois Colombina descobre o amor de Pierrot por ela, despede-se de Arlequim e reencontra Pierrot com quem passa a viver junto em um relacionamento com muita felicidade. É normalmente representado a usar roupas largas e brancas, por vezes metade pretas, rosto branco e uma lágrima desenhada abaixo dos olhos. A característica principal do seu comportamento é a sua ingenuidade, e é visto como um bobo, sendo sempre o alvo de partidas, mas mesmo assim continua a confiar nas pessoas. Pierrot também é apresentado como sendo lunático, distante e inconsciente da realidade. O feminino é pierrete.

A versão francesa da personagem foi feita por Jean-Gaspard Deburau (1796-1846). Ele é o protagonista da famosa canção folclórica francesa "Au Clair de la Lune".

Texto: Wikipédia

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

I Love Budapeste

  Dedal em porcelana que a Catarina amiga da minha filha Nádia teve a amabilidade de nos oferecer depois de uma viagem que fez a Budapeste.



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Budapeste é a capital e a cidade mais populosa, principal centro financeiro, corporativo, mercantil e cultural da Hungria. É a sexta maior cidade da União Europeia e recebeu a classificação de cidade global alpha, por parte do Globalization and World Cities Study Group & Network (GaWC). Localiza-se nas margens do rio Danúbio e possui 1 740 041 habitantes, de acordo com dados de 2012 do Centro de Estatísticas Húngaro (Hungarian Central Statistical Office). Sua região metropolitana, também chamada de Grande Budapeste, possui 3 271 110 habitantes. Budapeste foi fundada em 17 de Novembro de 1873 com a fusão das cidades de Buda e Ôbuda, na margem direita do Danúbio, com Peste, na margem esquerda. Seus habitantes chamam-se budapestinos.

A história de Budapeste se iniciou com Aquinco, originalmente um assentamento celta que se converteu na capital romana da Panônia Inferior. Os húngaros chegaram ao território por volta de meados do século IX. O primeiro assentamento foi saqueado pelos mongóis entre 1241 e 1242. A cidade, já restabelecida, transformou-se em um dos centros de cultura do Renascimento humanista no século XV. Depois da Batalha de Mohács e de 150 anos de domínio otomano, a região experimentou uma nova era de prosperidade nos séculos XVIII e XIX, sendo que Budapeste tornou-se uma cidade global após a reunificação da localidade em 1873. A cidade também passou a ser vista como a segunda capital da Áustria-Hungria, um vasto e importante Estado europeu, sucessor do Império Austríaco, que se dissolveu em 1918. Budapeste também exerceu grande importância durante a Revolução húngara de 1848, tendo sido um importante centro da República Soviética da Hungria em 1919, da Operação Panzerfaust em 1944, do Cerco de Budapeste em 1945 e da Revolução de 1956.

Considerada uma das cidades mais belas da Europa, Budapeste é um dos maiores destinos turísticos no mundo. Em 2011, a cidade recebeu 4 376 900 turistas, tornando-se o 25º maior destino de turistas no mundo e a 6ª cidade mais visitada da Europa. Há vários patrimónios mundiais que podem ser encontrados na cidade, incluindo o panorama do rio Danúbio, o segundo mais extenso da Europa, o Castelo de Buda, a Avenida Andrássy, a Praça dos Heróis e o Metropolitano de Millenium, o segundo mais antigo do mundo, após o de Londres. Budapeste possui ainda, o maior sistema de água termal do mundo.

Texto e fotografias: Wikipédia

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