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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Ibiza

Dedal em porcelana de Ibiza. 



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Ibiza é uma ilha do arquipélago e comunidade autónoma das Ilhas Baleares. Fica localizada a leste da Espanha e sua maior cidade tem o mesmo nome da ilha.
A ilha é muito famosa mundialmente por suas festas e boates, que atraem muitos turistas. 
Ibiza possui uma óptima interacção entre seus ambientes marinho e costeiro, possuindo várias espécies endémicas. Também possui muitos sítios arqueológicos preservados desde a época Fenícia-Cartaginesa até exemplos de arquitectura da Renascença. Por estes motivos foi considerada como Património Mundial da UNESCO em 1999.



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Azulejos de Portugal (3)

Dedal baseado nos azulejos portugueses com as suas cores característica o azul e amarelo.


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O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente quadrada, em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante. Esta face pode ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo. O azulejo é geralmente usado em grande número como elemento associado à arquitectura em revestimento de superfícies interiores ou exteriores ou como elemento decorativo isolado.


Os temas oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas etc) aplicados a parede, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos (igrejas, conventos), de habitação e públicos.

Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos, onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflecte, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.

Texto: Wikipédia

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Azulejos de Portugal (2)

Dedal baseado nos azulejos portugueses com as suas cores característica o azul e amarelo. 



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O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente quadrada, em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante. Esta face pode ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo. O azulejo é geralmente usado em grande número como elemento associado à arquitectura em revestimento de superfícies interiores ou exteriores ou como elemento decorativo isolado.

Os temas oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas etc) aplicados a parede, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos (igrejas, conventos), de habitação e públicos.

Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos, onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflecte, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.

Texto: Wikipédia

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Azulejos de Portugal

Dedal baseado nos azulejos portugueses com as suas cores característica o azul e amarelo. 



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O termo azulejo designa uma peça de cerâmica de pouca espessura, geralmente quadrada, em que uma das faces é vidrada, resultado da cozedura de um revestimento geralmente denominado como esmalte, que se torna impermeável e brilhante. Esta face pode ser monocromática ou policromática, lisa ou em relevo. O azulejo é geralmente usado em grande número como elemento associado à arquitectura em revestimento de superfícies interiores ou exteriores ou como elemento decorativo isolado.

Os temas oscilam entre os relatos de episódios históricos, cenas mitológicas, iconografia religiosa e uma extensa gama de elementos decorativos (geométricos, vegetalistas etc) aplicados a parede, pavimentos e tectos de palácios, jardins, edifícios religiosos (igrejas, conventos), de habitação e públicos.

Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos, onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflecte, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.

Texto: Wikipédia

sábado, 11 de novembro de 2017

Coimbra - Torre da Universidade

Dedal em porcelana pintado à mão com a representação da Torre da Universidade de Coimbra 





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A Torre é a imagem de marca da Universidade e da cidade de Coimbra. Da autoria do arquitecto italiano António Canevari, foi edificada entre 1728 e 1733, em substituição da torre que João de Ruão erigira em 1561.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Portugal


Dedal em porcelana com alguns motivos bem característicos de Portugal como são os trabalhos em filigrana muitas vezes em forma de corações o galo de Barcelos e as famosas sardinhas que fazem as delicias pelos santos populares.


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Pierrot apaixonado


Dedal em porcelana representando a famosa personagem do teatro e da comédia dell'Arte Pierrot.

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O Pierrot (ou Pierrô) é uma personagem da Commedia dell'Arte, uma variação francesa do Pedrolino italiano. O seu caráter é aquele de um palhaço triste, apaixonado pela Colombina, que inevitavelmente lhe parte o
coração e o deixa pelo Arlequim, mas depois Colombina descobre o amor de Pierrot por ela, despede-se de Arlequim e reencontra Pierrot com quem passa a viver junto em um relacionamento com muita felicidade. É normalmente representado a usar roupas largas e brancas, por vezes metade pretas, rosto branco e uma lágrima desenhada abaixo dos olhos. A característica principal do seu comportamento é a sua ingenuidade, e é visto como um bobo, sendo sempre o alvo de partidas, mas mesmo assim continua a confiar nas pessoas. Pierrot também é apresentado como sendo lunático, distante e inconsciente da realidade. O feminino é pierrete.

A versão francesa da personagem foi feita por Jean-Gaspard Deburau (1796-1846). Ele é o protagonista da famosa canção folclórica francesa "Au Clair de la Lune".

Texto: Wikipédia

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Pierrot escritor


Dedal em porcelana representando a famosa personagem do teatro e da comédia dell'Arte Pierrot.

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O Pierrot (ou Pierrô) é uma personagem da Commedia dell'Arte, uma variação francesa do Pedrolino italiano. O seu caráter é aquele de umpalhaço triste, apaixonado pela Colombina, que inevitavelmente lhe parte o coração e o deixa pelo Arlequim, mas depois Colombina descobre o amor de Pierrot por ela, despede-se de Arlequim e reencontra Pierrot com quem passa a viver junto em um relacionamento com muita felicidade. É normalmente representado a usar roupas largas e brancas, por vezes metade pretas, rosto branco e uma lágrima desenhada abaixo dos olhos. A característica principal do seu comportamento é a sua ingenuidade, e é visto como um bobo, sendo sempre o alvo de partidas, mas mesmo assim continua a confiar nas pessoas. Pierrot também é apresentado como sendo lunático, distante e inconsciente da realidade. O feminino é pierrete.

A versão francesa da personagem foi feita por Jean-Gaspard Deburau (1796-1846). Ele é o protagonista da famosa canção folclórica francesa "Au Clair de la Lune".

Texto: Wikipédia

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

I Love Budapeste

  Dedal em porcelana que a Catarina amiga da minha filha Nádia teve a amabilidade de nos oferecer depois de uma viagem que fez a Budapeste.



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Budapeste é a capital e a cidade mais populosa, principal centro financeiro, corporativo, mercantil e cultural da Hungria. É a sexta maior cidade da União Europeia e recebeu a classificação de cidade global alpha, por parte do Globalization and World Cities Study Group & Network (GaWC). Localiza-se nas margens do rio Danúbio e possui 1 740 041 habitantes, de acordo com dados de 2012 do Centro de Estatísticas Húngaro (Hungarian Central Statistical Office). Sua região metropolitana, também chamada de Grande Budapeste, possui 3 271 110 habitantes. Budapeste foi fundada em 17 de Novembro de 1873 com a fusão das cidades de Buda e Ôbuda, na margem direita do Danúbio, com Peste, na margem esquerda. Seus habitantes chamam-se budapestinos.

A história de Budapeste se iniciou com Aquinco, originalmente um assentamento celta que se converteu na capital romana da Panônia Inferior. Os húngaros chegaram ao território por volta de meados do século IX. O primeiro assentamento foi saqueado pelos mongóis entre 1241 e 1242. A cidade, já restabelecida, transformou-se em um dos centros de cultura do Renascimento humanista no século XV. Depois da Batalha de Mohács e de 150 anos de domínio otomano, a região experimentou uma nova era de prosperidade nos séculos XVIII e XIX, sendo que Budapeste tornou-se uma cidade global após a reunificação da localidade em 1873. A cidade também passou a ser vista como a segunda capital da Áustria-Hungria, um vasto e importante Estado europeu, sucessor do Império Austríaco, que se dissolveu em 1918. Budapeste também exerceu grande importância durante a Revolução húngara de 1848, tendo sido um importante centro da República Soviética da Hungria em 1919, da Operação Panzerfaust em 1944, do Cerco de Budapeste em 1945 e da Revolução de 1956.

Considerada uma das cidades mais belas da Europa, Budapeste é um dos maiores destinos turísticos no mundo. Em 2011, a cidade recebeu 4 376 900 turistas, tornando-se o 25º maior destino de turistas no mundo e a 6ª cidade mais visitada da Europa. Há vários patrimónios mundiais que podem ser encontrados na cidade, incluindo o panorama do rio Danúbio, o segundo mais extenso da Europa, o Castelo de Buda, a Avenida Andrássy, a Praça dos Heróis e o Metropolitano de Millenium, o segundo mais antigo do mundo, após o de Londres. Budapeste possui ainda, o maior sistema de água termal do mundo.

Texto e fotografias: Wikipédia

sábado, 28 de outubro de 2017

Templo Expiatório da Sagrada Família

 Dedal em massa com a Catedral da Sagrada Família na cidade de Barcelona, obra do grande arquitecto Antoni Gaudí. 



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Templo Expiatório da Sagrada Família ou simplesmente Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade de Barcelona na Catalunha, desenhado pelo arquitecto catalão Antoni Gaudí, e considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitectura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas, o projecto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva. A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí.

A construção começou em estilo neogótico, mas o projeto foi reformulado completamente por Gaudí ao assumi-lo. O templo foi projetado para ter três grandes fachadas: a Fachada da Natividade, quase terminada com Gaudí ainda em vida, a Fachada da Paixão, iniciada em 1952, e a Fachada da Glória, ainda por completar. Segundo o seu proceder habitual, a partir de esboços gerais do edifício Gaudí improvisou a construção à medida que esta avançava. O templo, quando estiver terminado, disporá de 18 torres: quatro em cada uma das três entradas-portais, a jeito de cúpulas; irá ter um sistema de seis torres, com a torre do zimbório central dedicada a Jesus Cristo, de 170 metros de altura, outras quatro ao redor desta, dedicadas aos evangelistas, e um segundo zimbório dedicado à Virgem. O interior estará formado por inovadoras colunas arborescentes inclinadas e abóbadas baseadas em hiperboloides e paraboloides buscando a forma óptima da catenária. Estima-se que poderá levar no seu coro 1500 cantores, 700 crianças e cinco órgãos. Em 1926, ano em que faleceu Gaudí, apenas estava construída uma torre. Do projecto do edifício só ficaram planos e um modelo em gesso que resultou muito danificado durante a Guerra Civil Espanhola. Desde então prosseguiram as obras: actualmente (2017) estão terminados os portais da Natividade e da Paixão, e foi iniciado o da Glória, estando em construção as abóbadas interiores.

A obra que realizou Gaudí - a fachada da Natividade e a cripta - foi incluída pela UNESCO em 2005 no Sítio do Património Mundial com o título «Obras de Antoni Gaudí».

Texto e fotografia: Wikipédia

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Pierrot músico


Dedal em porcelana representando Pierrot a famosa personagem do teatro e da comédia dell'Arte.

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O Pierrot (ou Pierrô) é uma personagem da Commedia dell'Arte, uma variação francesa do Pedrolino italiano. O seu caráter é aquele de um palhaço triste, apaixonado pela Colombina, que inevitavelmente lhe parte o coração e o deixa pelo Arlequim, mas depois Colombina descobre o amor de Pierrot por ela, despede-se de Arlequim e reencontra Pierrot com quem passa a viver junto em um relacionamento com muita felicidade. É normalmente representado a usar roupas largas e brancas, por vezes metade pretas, rosto branco e uma lágrima desenhada abaixo dos olhos. A característica principal do seu comportamento é a sua ingenuidade, e é visto como um bobo, sendo sempre o alvo de partidas, mas mesmo assim continua a confiar nas pessoas. Pierrot também é apresentado como sendo lunático, distante e inconsciente da realidade. O feminino é pierrete.

A versão francesa da personagem foi feita por Jean-Gaspard Deburau (1796-1846). Ele é o protagonista da famosa canção folclórica francesa "Au Clair de la Lune".

Texto: Wikipédia

sábado, 21 de outubro de 2017

Pierrot com rosa


Dedal em porcelana representando a famosa personagem do teatro e da comédia dell'Arte Pierrot.

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O Pierrot (ou Pierrô) é uma personagem da Commedia dell'Arte, uma variação francesa do Pedrolino italiano. O seu caráter é aquele de um palhaço triste, apaixonado pela Colombina, que inevitavelmente lhe parte o coração e o deixa pelo Arlequim, mas depois Colombina descobre o amor de Pierrot por ela, despede-se de Arlequim e reencontra Pierrot com quem passa a viver junto em um relacionamento com muita felicidade. É normalmente representado a usar roupas largas e brancas, por vezes metade pretas, rosto branco e uma lágrima desenhada abaixo dos olhos. A característica principal do seu comportamento é a sua ingenuidade, e é visto como um bobo, sendo sempre o alvo de partidas, mas mesmo assim continua a confiar nas pessoas. Pierrot também é apresentado como sendo lunático, distante e inconsciente da realidade. O feminino é pierrete.

A versão francesa da personagem foi feita por Jean-Gaspard Deburau (1796-1846). Ele é o protagonista da famosa canção folclórica francesa "Au Clair de la Lune".

Texto: Wikipédia

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Setas de Sevilha

Dedal em porcelana com as Setas de Sevilha ou Metropol Parasol.

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Aqui estamos nós nesta incrível estrutura o Metropol Parasol que é uma construção de madeira na praça La Encarnación, na zona antiga de Sevilha. Foi desenhado pelo arquitecto alemão Jürgen Mayer-Hermann e a sua construção terminou em Abril de 2011. Tem 150 por 70 metros e uma altura aproximada de 26 metros. O edifício é conhecido popularmente como Las Setas de la Encarnación ("Os cogumelos da Encarnación"). É a maior estrutura de madeira do mundo.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Dedal a imitar cortiça


Dedal em porcelana imitando cortiça um material natural de que Portugal é um dos maiores produtores do Mundo. O dedal apresenta com motivos nacionais.


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Cortiça é um material de origem vegetal da casca (súber) dos sobreiros (Quercus suber), leve e com grande poder isolante. A razão pela qual a cortiça possui estas características é a sua composição rica em suberina, uma substância lipídica (gordurosa) que se acumula na parede celular. A presença desta substância numa primeira fase impede a entrada de agentes patogénicos e de qualquer substâncias tóxica na celula e numa fase posterior a passagem de nutrientes para a celula, causando a sua morte.

A primeira extracção da cortiça ocorre, normalmente, quando a árvore atinge entre 25 a 30 anos, sendo que a extracção ocorre nos meses de Junho a Agosto. Essa cortiça, por vezes com espessura considerável, recebe o nome de virgem e distingue-se substancialmente da cortiça de reprodução extraída nos períodos seguintes: é designada por secundeira na segunda tiragem e por amadia nas tiragens ou extracções subsequentes. A cortiça amadia é a de melhor qualidade, sendo por isso a mais valorizada, e a única que pode ser utilizada para o fabrico de rolhas. A partir desta fase, a cortiça é extraída a cada nove anos.
Texto: Wikipédia
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